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Por que ter uma certificação Black Belt?

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Por que ter uma certificação Black Belt?

20 março, 2017
Por : Instituto IDD
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Entenda o que uma certificação desta pode fazer por você no mundo empresarial!

 

Ao procurar por uma especialização ou pós-graduação, o difícil é entender o que diferencia um curso de Green Belt a uma certificação Black Belt, os dois níveis da certificação 6-sigma. Nessa matéria você vem saber mais sobre isso e o por que buscar ser um especialista Black Belt no mundo dos negócios de hoje.

O Dr. W. Edwards Deming, estatístico e professor universitário que contribuiu para a melhoria dos processos industriais nos EUA e no Japão, estruturou o “sistema do conhecimento profundo”, fundamentado em 4 pontos:

Entendimento de sistemas;

Entendimento da variação;

Psicologia (o lado humano da mudança); e

Epistemologia (teoria do conhecimento).

Em um curso de Green Belt a principal preocupação é o desenvolvimento do entendimento da variação. Por isso, a ajuda de um Black Belt vem sanar a falta das outras áreas, permitindo a entrega de projetos mais complexos. As ferramentas de um profissional com certificação Black Belt possibilitam enxergar oportunidades e demonstrar ganhos com maior eficiência. Agora, por que você buscaria uma certificação Black Belt?  Nós explicamos um pouco mais de cada ponto colocado por Deming e você vê como essa especialização pode ser o diferencial que você precisa para se destacar.

1. Entendimento de sistemas

Um sistema é guiado pelo conceito de interdependência (ou interação) ao reconhecer que os componentes do sistema não trabalham de modo independente. Uma grande dificuldade em melhorar processos é a estrutura organizacional separada em departamentos e centros de custos. Nesse tipo de organização, geralmente, cada departamento busca o atingimento de suas próprias metas, em detrimento dos objetivos do sistema

Um profissional Black Belt trabalhará com um “Mapa de Processo”, ferramenta que representará todos os processos da organização, suas ligações (clientes e fornecedores) e maturidade, permitindo a visualização do sistema e o encontro de focos de melhoria em processos de alavancagem.

2. Entendimento de variação

A especialização em Green Belt  expõe o profissional a uma nova maneira de visualizar dados e a lidar com a variação inerente a todos os processos. Para isso, o profissional geralmente também tem acesso a ferramentas mais poderosas, como:

Testes de Hipóteses: Testes Z, T, Two-proportions para comprovar as melhorias obtidas.

Regressão Linear: Visualizar a relação entre uma variável resposta (Y) e diversas variáveis preditoras (X’s). Exemplo: Descobrir o impacto da temperatura e do tempo no rendimento de uma reação, buscando melhorar o processo ao descobrir as variáveis que influenciam no pagamento ou não de um empréstimo, e diminuir a taxa de inadimplência.

Experimentação planejada (DOE): Quando os dados não estão disponíveis, ou a faixa de variação nas variáveis X é pequena, é necessário desenvolver um plano para coletar esses dados. A experimentação planejada se trata de uma coleção de métodos para aumentar a velocidade de aprendizado sobre melhorias em sistemas, processos e produtos, visando compreender as causas de variação e fazer a avaliação de mudanças em um processo.

Experimento fatorial fracionado: Classe de experimentos bastante úteis. O limitante nesse tipo de delineamento é que conforme aumentamos o número de fatores (variáveis X), o número de corridas necessárias aumenta exponencialmente e toda corrida experimental tem um custo (tempo e/ ou peças refugadas). Com o experimento fatorial fracionado é possível realizar somente uma parte das corridas e ainda assim entender o sistema de causas. Por exemplo, com 5 fatores seria necessário realizar 32 corridas em um fatorial completo, mas apensa 16 em um fracionado. Se cada corrida experimental custar R$ 1.000,00, a economia no experimento seria de R$ 16.000,00.

3. Psicologia (o lado humano da mudança)

O terceiro ponto considera dois aspectos.

Trabalho em equipe: Em projetos de melhoria, para guiar equipes de alto desempenho, é preciso lidar com técnicas para formar, estruturar e manter os grupos trabalhando num propósito comum.

O lado humano da mudança: Aqui, o conhecimento sobre o lado humano da mudança auxilia a prever o modo com que pessoas interagem entre si e com o sistema; como as pessoas reagirão a uma mudança específica e como conseguir que se comprometam com ela; além de auxiliar a compreender as motivações destas pessoas e seus comportamentos.

Técnicas e ferramentas para trabalhar com os aspectos humanos são apreendidas pelo profissional Black Belt, que seguindo a metodologia Six Sigma, será o mais indicado para cuidar de questões de melhoria contínua na organização.

4. Epistemologia (aprender de maneira eficiente)

No contexto de melhoria, uma melhoria é uma predição: se a mudança for feita, o resultado será uma melhoria. Quanto mais conhecimento uma pessoa tem sobre a maneira como o sistema em análise funciona ou poderia funcionar, melhor a predição e maior a probabilidade de que a mudança venha a resultar em melhoria. E comparar predições com os resultados é uma fonte fundamental de aprendizagem, utilizando o método científico, as ferramentas para planejamento da coleta de dados, ou uma análise da variação.

Pelo domínio desses conhecimentos, muitas organizações tem colocado como pré-requisito para cargos de gerência, a certificação Black Belt. E é por isso que os novos cursos do IDD na área da Engenharia de Produção, oferecem a Dupla Certificação Especialista Six Sigma Green Belt + Six Sigma Black Belt, e você conhece o curso que foca especialmente no campo de Black Belt e tem parceria com a Lean Management Lab (LM Lab), aqui. O início é agora em março e você efetua a sua inscrição pelo site do IDD. Vem saber mais!

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Fonte: Conteúdo de escolaedti

Imagem: msicertified

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